Gustavo Vaz
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Gustavo Vaz em cena

ATOR · AUTOR · ARTISTA MULTIMÍDIA

Gustavo Vaz

Natureza

Pesquisa

Natureza

2016 - atual · Em processo

Novo estágio da pesquisa, concentrado em voz, dramaturgia, presença e experiência humana em contextos atravessados por mediação tecnológica.

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Jornada

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Jornada

2023 · Direção · Dramaturgia · Performance

Audiotour artístico site-specific que propõe uma leitura sensível do espaço urbano por meio de uma travessia sonora.

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Vozes da Independência

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Vozes da Independência

2022 · Direção · Dramaturgia · Performance

Experiência sonora em áudio 3D para o Parque da Independência, articulando história oficial, vozes apagadas e escuta no espaço público.

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Vozes do Itororó

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Vozes do Itororó

2021 · Direção · Dramaturgia · Performance

Experiência imersiva em áudio 3D e intervenção permanente ligada à memória da Vila Itororó e às camadas históricas do espaço.

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ExReality

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ExReality

2021 · Direção · Dramaturgia

Experimento performativo em transmissão contínua, com dramaturgia modulada em tempo real pela interação do público em plataforma própria.

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Se Eu Estivesse Aí

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Se Eu Estivesse Aí

2020 · Série imersiva · ExCompanhia

Série imersiva em áudio 3D em primeira pessoa, estruturada por mensagens de voz e escuta íntima em contexto pandêmico.

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frequencia_ausente.doc

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frequencia_ausente.doc

2019 · Exposição imersiva · ExCompanhia

Adaptação de Frequência Ausente 19Hz em formato de exposição interativa e imersiva. O público percorre, de forma individual e autônoma, os rastros de um ator desaparecido, até que a experiência se transforma em acontecimento cênico com o ressurgimento invisível do personagem em áudio 3D.

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O Enigma Voynich

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O Enigma Voynich

2017 · Roteiro · Direção · Performance

Série em aplicativo que posiciona o público como protagonista de uma narrativa em áudio 3D, articulando memória e espaço urbano.

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Frequência Ausente 19Hz

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Frequência Ausente 19Hz

2015 – atual · Dramaturgia · Direção · Performance

Trabalho estruturado pela integração entre presença, vídeo e áudio 3D, concebido para dialogar com diferentes cidades e contextos.

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EU – Negociando Sentidos

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EU – Negociando Sentidos

2012 – 2013 · Dramaturgia · Direção

Experiência cênica de longa duração que articulou redes sociais, encontros presenciais, telefone, mensagens e território urbano.

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Imagem Terminal

Terminal é um texto original de Gustavo Vaz, dirigido por César Augusto e interpretado por Gustavo Vaz e Kelzy Ecard. A peça constrói, em camadas, um jogo entre separação, vínculo amoroso, relação materno-filial, realidade e ficção, convocando um espectador ativo e sustentando, ao mesmo tempo, densidade dramática, humor, poesia e tensão contemporânea. Na montagem, dramaturgia, atuação e direção operam em alta sintonia, com precisão formal e forte potência cênica.

Na VEJA RIO, Claudia Chaves descreveu o espetáculo como “um mergulho denso e preciso” e destacou o “engenhoso texto de Gustavo Vaz”. Na RotaCult, Rodrigo Fonseca escreveu que Vaz está “luminoso em cena” e ressaltou sua “aptidão de usar a voz”. Na Revista Programa, a montagem foi resumida como “teatro de investigação em sua expressão mais potente”.

Imagem de Uma Casa de Bonecas

Uma Casa de Bonecas reapresenta o clássico de Ibsen a partir de uma leitura feminista e antirracista, encenada dentro de uma casa real, em que o público acompanha de perto a implosão íntima e política da família Helmer. Na montagem, Gustavo Vaz interpreta Torvald Helmer como figura central dessa engrenagem de poder, compondo um personagem que concentra privilégio, controle e aparente normalidade burguesa sob uma superfície afetiva.

Bob Sousa, crítico da APCA, destaca o trabalho de Gustavo Vaz na composição de Torvald Helmer: “Gustavo Vaz, como Torvald Helmer, encarna com inteligência o patriarcado bem-intencionado e controlador. Seu personagem não é um vilão caricatural. É um homem convencido de que protege a esposa enquanto a sufoca. Essa ambivalência é construída com minúcia e domínio de cena. Vaz faz de Torvald um corpo que ocupa o espaço com segurança. Quando sua autoridade é ameaçada, sua fragilidade explode. Isso produz uma tensão que ecoa no público.”

Imagem de Shakespeare Apaixonado

Shakespeare Apaixonado leva aos palcos a adaptação teatral de Lee Hall para o filme homônimo, numa encenação de Rafael Gomes que combina romance, comédia de época e grande apuro de produção. Na montagem, Gustavo Vaz interpreta Lorde Wessex, compondo com precisão um antagonista vaidoso, autoritário e cômico.

Na Revista Quem, a crítica destacou que “Gustavo Vaz está divertidíssimo” como Lorde Wessex e no Arteview, Leo Braga ressaltou seu jogo de cena que eleva o ritmo da peça.

Imagem de Tom na Fazenda

Tom na Fazenda, de Michel Marc Bouchard, acompanha a ida de Tom à fazenda da família do companheiro morto, onde uma rede de segredo, violência, desejo e repressão reorganiza todas as relações. Na montagem dirigida por Rodrigo Portella, Gustavo Vaz interpreta Francis, personagem central nessa engrenagem brutal e ambígua.

Sobre o seu trabalho, Renata Magalhães, da Veja Rio, escreveu que um “toque visceral” raro em cena é evocado pela atuação de Gustavo Vaz; Isabella de Andrade, no Cena Contemporânea, destacou a “atuação brilhante” e a “voracidade de uma narrativa perturbadora e delicada”; Dirceu Alves Jr., da Veja São Paulo, definiu sua composição como “econômico, seco em suas falas, enigmático nas ações”; Márcio Bastos, no Jornal do Commercio, escreveu que Gustavo Vaz constrói “um personagem que, com todos os defeitos, é extremamente humano”; Ida Vicenzia afirmou: “Talvez, desde Marlon Brando, em ‘A Street Car...’, tenha visto tanta selvageria. Não, Vaz é mais selvagem ainda”; e Wagner Corrêa de Araújo, no Escrituras Cênicas, ressaltou uma “arrojada, densa e enérgica performance”.

Imagem de Ovono

Ovono, de Ricardo Karman, é uma ficção científica teatral que articula inteligência artificial, crítica ao progresso e forte invenção visual dentro de uma encenação multimídia. A ação se passa no interior de uma grande esfera inflável transparente, onde Gustavo Vaz interpreta o cientista responsável pelo computador Ovono.

Ricardo Bonacorci escreve que “Gustavo Vaz rouba a cena e mostra toda sua competência cênica”. Já Dirceu Alves Jr., na Veja São Paulo, destaca a força da peça como “trama de ficção científica” embalada por uma “produção detalhista”.

Imagem de Sobre Ratos e Homens

Sobre Ratos e Homens, adaptação do clássico de John Steinbeck dirigida por Kiko Marques, retoma a trajetória de George e Lennie em meio à dureza da Grande Depressão americana, expondo amizade, solidão, violência e desamparo num universo rural atravessado por tensão permanente. Na montagem, Gustavo Vaz integrou o elenco no papel de Slim, em uma leitura realista e rigorosa do texto, sustentada por forte trabalho de conjunto.

Imagem de Animais na Pista

Animais na Pista, de Michelle Ferreira, acompanha o encontro entre três figuras solitárias atravessadas por desejo, desorientação e violência latente. Na montagem dirigida por Isabel Teixeira, Gustavo Vaz integra uma cena de humor negro e tensão crescente, em que realismo e absurdo se cruzam num território emocional instável.

Imagem de O Rei Leão

O Rei Leão foi um marco na consolidação dos musicais de grande porte no Brasil. Na direção residente da montagem brasileira, Gustavo Vaz integrou uma engrenagem cênica de altíssimo rigor técnico, responsável por sustentar, no cotidiano do espetáculo, precisão, ritmo, sincronização e consistência em uma produção de escala rara no teatro nacional. A recepção crítica ajuda a dimensionar esse contexto: a Folha observou que a simplicidade da base narrativa ganhava “tom épico”, o Hoje em Dia destacou a “riqueza de detalhes técnicos” da montagem e a perfeita sincronização do espetáculo, Miguel Arcanjo escreveu que “é tudo grandioso e envolvente”, e o Guia Folha elegeu O Rei Leão como o melhor musical de 2013.

Imagem temporária de Toc Toc

Toc Toc, do francês Laurent Baffie, é uma comédia que aborda com humor e agudeza os impasses do transtorno obsessivo-compulsivo. A ação se passa na sala de espera do consultório de um psiquiatra, onde seis pacientes, forçados a conviver durante o atraso do médico, acabam improvisando uma espécie de terapia coletiva entre manias, rituais, constrangimentos e situações cômicas. Gustavo Vaz integrou o elenco de uma das montagens de sucesso da peça no Brasil, dirigida por Alexandre Reinecke, em cartaz entre 2011 e 2012, no papel de Vicente, personagem marcado pela aritmomania.

Imagem temporária de Biliri e o Pote Vazio

Biliri e o Pote Vazio, adaptação de Ricardo Karman inspirada num conto chinês, transforma uma fábula sobre honestidade, perseverança e sucessão em um espetáculo visualmente inventivo para o público infantil e jovem. Na montagem, Gustavo Vaz interpreta o velho imperador que lança o desafio decisivo da narrativa, dentro de uma encenação que combina teatro de sombras, vídeo e uma cena assumidamente imagética.

A Pantera é uma tragicomédia sobre um casal, às vésperas do casamento, preso num supermercado com um animal selvagem. Diante do caos, os dois tentam unir forças, revêm seus papéis e expõem os afetos, impasses e desconfortos que atravessam a relação. Na montagem dirigida por Luis Montes, Gustavo Vaz integra um dueto cênico centrado na instabilidade entre desejo, medo e ruptura.

Imagem temporária de Teatrokê

Teatrokê é um experimento cênico interativo criado por Ricardo Karman, em que espectadores são convidados a subir ao palco e atuar ao lado de um elenco profissional, guiados por ponto eletrônico. Com estrutura de cabaré e vaudeville, o espetáculo expande a pesquisa da Kompanhia do Centro da Terra sobre participação do público e transforma cada sessão numa experiência imprevisível, lúdica e irrepetível. Gustavo Vaz integrou o elenco fixo da montagem.

Imagem temporária de Na Solidão dos Campos de Algodão

Na Solidão dos Campos de Algodão, de Bernard-Marie Koltès, encena um confronto de desejo, poder e desigualdade por meio de uma linguagem física, tensa e vertiginosa. Na montagem dirigida por Caco Ciocler, Gustavo Vaz integra o núcleo central do espetáculo, sustentando uma cena de alta exposição, risco e densidade. Com produção de Gustavo Vaz, o espetáculo venceu o Prêmio APTR de Melhor Cenário em 2009. Luciana Romagnolli, na Gazeta do Povo durante o Festival de Porto Alegre, destaca a presença de Gustavo no centro de um cenário de risco real e escreve que sua interpretação representa o ilícito e desmedido no espetáculo, oscilando até o escárnio.

Imagem temporária de Os Assassinos de Inês de Castro

Os Assassinos de Inês de Castro, com texto e direção de Rui Xavier, revisita um dos episódios mais brutais da história portuguesa a partir das últimas horas de vida dos responsáveis pela morte de Inês de Castro. Entre tortura, vingança e disputa de poder, a peça constrói uma cena de alta tensão e forte intensidade dramática. Na montagem, Gustavo Vaz integrou o elenco no papel de Pedro.

Imagem temporária de O Kronoscópio

O Kronoscópio, escrito e dirigido por Ricardo Karman, é uma ficção científica multimídia livremente inspirada em The Dead Past, de Isaac Asimov. Na trama, a tentativa de construir uma máquina capaz de enxergar o passado desencadeia um experimento eticamente distorcido e desastroso. Na montagem da Kompanhia do Centro da Terra, Gustavo Vaz interpreta José Félix, em uma encenação que funde teatro, vídeo, fogo, teletransporte e holografia ao vivo dentro de um teatro-instalação de forte invenção visual.

Imagem temporária de Por Trás do Céu

Por Trás do Céu, com texto e direção de Caio Soh, se passa em um lugar “esquecido por Deus”, atravessado por pobreza, violência e ausência de perspectivas, onde sonhos, medos e angústias aparecem em tensão constante com a realidade imposta. Na montagem, Gustavo Vaz integrou o elenco no papel de Micuim, personagem descrito como esperto na aparência, mas marcado por ingenuidade e bondade, numa dramaturgia que cruza dimensão lúdica, dureza social e forte humanidade. Gustavo foi indicado como melhor ator no Festival de Teatro do Rio.

Imagem temporária de Justino

Baseado na história real de Mário Justino, o longa acompanha a trajetória de um pastor evangélico diagnosticado com HIV que rompe com a Igreja Universal e parte para o exílio nos Estados Unidos.

Gustavo interpreta Lauris, um pastor evengélico reponsável por questionar as estruturas de poder que tomam conta do interior da igreja.

Imagem temporária de Reencarne

Um ex-detetive passa quase vinte anos preso, acusado de ter matado o próprio parceiro policial. Quando finalmente sai da prisão e encontra a vida devastada, recebe a visita de um jovem que diz ser a reencarnação do amigo morto e o convence a investigar o verdadeiro responsável pelo crime.

Gustavo interpreta Ricardo, um pai dedicado à sua família, que se vê diante de forças sobrenaturais que não consegue controlar.

Imagem temporária de Paulo, o Apóstolo

A minissérie acompanha a transformação de Saulo de Tarso, perseguidor de cristãos, em Paulo, um dos principais difusores do cristianismo. A narrativa percorre sua conversão, suas viagens missionárias e a expansão da mensagem de Jesus em diferentes territórios.

Gustavo Vaz é Apolo, personagem real citado na Bíblia, responsável pela igreja de Corinto.

Imagem temporária de A Vida Pela Frente

A série acompanha uma turma de formandos de 1999, no Rio de Janeiro, atravessada por descobertas, tensões afetivas e uma tragédia que altera o rumo daquelas vidas. Na crítica, a produção foi recebida com destaque: o blog De Olho nos Detalhes a descreveu como uma série com “bons personagens e ótimo elenco”, e o Terra a incluiu na retrospectiva das 10 melhores séries brasileiras de 2023.

Gustavo Vaz integra uma produção recebida com destaque pela crítica, descrita como uma série com “bons personagens e ótimo elenco”. A série entrou na retrospectiva das 10 melhores do ano, pelo site Terra, em texto que ressalta um elenco formado por “jovens talentos e veteranos consagrados”, entre eles Gustavo Vaz. Por esse papel, ele também foi reconhecido no Prêmio Noticiasdetv.com 2023, na categoria Melhor Ator em Participação Especial, pelo personagem Ivo.

Imagem temporária de Só Se For Por Amor

Só Se For Por Amor é uma série musical da Netflix ambientada em Goiás, acompanhando Deusa e Tadeu, um casal que cria uma banda e vê sua trajetória mudar quando o sucesso finalmente chega. Recheada de músicas que passam pelo sertanejo, forró, axé e pop, a produção foi descrita como “cativante” e constrói uma história de ascensão, aprendizados e conflitos afetivos dentro do universo da música popular.

No papel de César Marcolo, o antagonista da série, Gustavo interpreta o empresário cuja proposta de carreira solo a Deusa provoca a grande virada da trama. Seu personagem ocupa uma função decisiva na estrutura dramática da série, desestabilizando relações, redirecionando o destino da banda e acionando parte central dos conflitos da narrativa.

Imagem de Coisa Mais Linda

Coisa Mais Linda é uma série de época da Netflix ambientada no Rio de Janeiro do fim dos anos 1950, tendo a Bossa Nova como pano de fundo e acompanhando personagens femininas atravessadas por machismo, violência e desigualdade. A recepção crítica destacou a produção pela fotografia, pela reconstituição de época e pela força com que faz esse universo dialogar com questões ainda vivas no Brasil, chegando a descrevê-la como uma “brilhante representação do Brasil atual”.

No papel de Augusto Soares, Gustavo Vaz interpreta o antagonista da série, personagem central em uma das frentes mais tensas da trama. Seu trabalho aparece com relevo nas leituras críticas sobre a obra: ele foi citado entre os destaques do elenco e, na segunda temporada, sua atuação foi descrita como “impecável”, compondo um vilão que marca a narrativa e produz forte impacto em cena.

Imagem temporária de Aruanas

Aruanas é uma série que acompanha a luta de ativistas contra crimes ambientais na Amazônia, articulando suspense, denúncia política e debate sobre extrativismo, desmatamento e violência contra populações locais. A recepção crítica destacou justamente essa força temática, lendo a produção como uma obra necessária, conectada à realidade brasileira e capaz de transformar a pauta ambiental em dramaturgia de alta tensão.

No papel de Gregory, Gustavo Vaz interpreta um antropólogo dedicado à proteção dos povos indígenas, personagem que amplia o campo político da série e reforça sua ligação com as comunidades da floresta.

Imagem temporária de Os Homens São de Marte

Os Homens São de Marte acompanha Fernanda, uma mulher bem-sucedida que tenta reorganizar a vida amorosa enquanto enfrenta os impasses do desejo, da frustração e da ideia de recomeço. A série prolonga para a televisão um universo já reconhecido do público, mantendo o olhar sobre relações afetivas e escolhas contemporâneas.

Na quarta temporada, Gustavo Vaz interpreta Léo, personagem que entra diretamente no arco romântico da protagonista e ocupa um lugar importante na condução dramática dessa fase da série.

Imagem temporária de O Jardim Secreto de Mariana

O Jardim Secreto de Mariana é um drama centrado em um casal marcado pela impossibilidade de ter filhos, transformando essa ruptura íntima em uma história de amor, desgaste e reconstrução. Em texto sobre o filme, o Estadão o apresenta como uma obra guiada por afeto, beleza e delicadeza, interessada em narrar, do ponto de vista feminino, uma mulher que não mede esforços para ser mãe.

No papel de João, Gustavo Vaz ocupa um dos centros dramáticos do filme. O personagem atravessa a crise do casal a partir da descoberta da própria esterilidade, movimento que expõe sua fragilidade e aprofunda a tensão emocional da narrativa. Em texto sobre o longa, o Estadão descreve João como uma “bela figura de macho” que, diante desse abalo, “se fragiliza”.

Imagem temporária de Depois a Louca Sou Eu

Depois a Louca Sou Eu transforma ansiedade, medicação e vida afetiva em matéria de comédia dramática. Na leitura do CinePOP, o filme consegue falar da chamada “geração rivotril” com humor e comunicação direta; no Diário de um Cinéfilo, a força do longa está justamente em misturar melancolia, solidariedade e senso de humor.

No papel de Gilberto, Gustavo Vaz é o protagonista masculino da trama. O trabalho rendeu ao ator indicação ao SEC Awards 2021.

Imagem temporária de Maria do Caritó

Maria do Caritó leva ao cinema uma história atravessada por humor popular, desejo amoroso e imaginação nordestina. Na recepção crítica, o filme foi definido pelo El País como um “sopro de humor lírico”, uma obra em que poesia, ingenuidade e emoção caminham juntas e deslocam a narrativa para além da comédia convencional.

No papel de Anatoli, Gustavo Vaz surge como a figura que embaralha o destino da protagonista e redireciona seu desejo. O El País apresentou o personagem como o “vistoso Galã Anatoli”, reforçando sua função de impacto dentro da trama.

Imagem temporária de O Doutrinador

O Doutrinador projeta um universo de ação política e combate à corrupção a partir da adaptação da HQ homônima. A crítica destacou a força do projeto também em sua expansão para a TV, com mais personagens, mais cenas de ação e maior aprofundamento dramático.

No papel de Anterinho, Gustavo Vaz interpreta um personagem ligado diretamente ao núcleo de poder da narrativa. Na leitura crítica da série, ele aparece no centro do embate político que estrutura a trama, ocupando uma frente decisiva na corrida presidencial mostrada pela história.

Imagem temporária de Divórcio

Divórcio parte da separação explosiva de um casal e converte essa crise em comédia de ritmo acelerado. Na crítica de Daniel Schenker, em O Globo, o filme surge como um trabalho “repleto de qualidades”, com elenco afiado e boa energia cômica. O longa ainda venceu o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro na categoria Melhor Longa de Comédia.

Schenker escreve que o ator “demonstra timing perfeito” como Catanduva, cantor sertanejo que entra em cena para disputar Noeli e se destaca no filme.

Capa de Como Não Morrer de uma Só Vez

Ao se arrepender de morrer, Walter Galego, ruivo e depressivo, ganha a chance de retornar ao início de sua antiga vida e mudar a própria história graças a um incrível pacto com o Nada. Prisioneiro de um corpo que limita suas ações e narrador consciente de sua trajetória desde a própria concepção, ele luta contra crises de pânico, ressignifica encontros fundamentais, faz descobertas assombrosas e se depara, mais uma vez, com o pai violento.Partindo de um suicídio e flertando em muitos momentos com a morte, 'Como não morrer de uma só vez' se debruça sobre a trama cotidiana da vida e nossa busca por sentido, embaralhadas à jornada de um homem que tenta desesperadamente reconstruir-se - ou destruir-se - num bairro quente da Zona Norte do Rio de Janeiro.

Atuação, escrita, pesquisa multimídia.

Gustavo Vaz é ator, autor e artista multimídia, com 22 anos de trajetória profissional. Ao lado de um percurso consistente no teatro e no audiovisual, desenvolve desde 2012, na ExCompanhia, uma investigação continuada em torno de presença, escuta, dramaturgia, experiência e mediação.

Ao longo desse percurso, criou trabalhos que atravessam dramaturgias site-specific, imersões sonoras, dispositivos digitais e formas de reorganização da posição do público. A pesquisa se estrutura em diálogo com transformações culturais, tecnológicas e territoriais do presente, e cada obra desloca procedimentos sem abandonar as questões que sustentam o campo de investigação.

Sua trajetória internacional inclui residências, apresentações e intercâmbios na Alemanha, em Portugal, em Montenegro e na Suíça. Em paralelo à pesquisa autoral, construiu uma carreira sólida como ator, reconhecida com os prêmios Shell e Cesgranrio de Melhor Ator por Tom na Fazenda. No campo da dramaturgia, Frequência Ausente 19Hz recebeu o prêmio FIAT em Podgorica, Montenegro.

Nos últimos anos, esse eixo vem se concentrando de modo mais agudo na escrita dramatúrgica. Em 2023, publicou seu primeiro romance. Em 2025, estreou Terminal, texto original em formato palco-plateia. Atualmente desenvolve NATUREZA, novo estágio da pesquisa, voltado ao aprofundamento das relações entre voz, presença, dramaturgia e experiência humana em contextos contemporâneos.

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